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Serviços

Nove linhas, quatro etapas, um mesmo objeto

Todas são formas da mesma coisa: gestão de ativos territoriais, análise de interferências, compatibilidade territorial, planejamento de longo prazo e inteligência territorial. Cada uma é descrita pelo que produz e pelo marco que a rege.

Vulcão e pampa na Região de Antofagasta
Cada linha de serviço responde a uma pergunta diferente sobre o mesmo objeto: o território que o ativo ocupa, e o que esse território permitirá daqui a dez ou vinte anos.
Etapa 1 de 4

Conhecer

Inteligência territorial: o que realmente existe no território, além do mapa.
01

Inteligência Territorial

Linha centralSIG corporativo
Sensoriamento remoto

Por que cada área tem um dado diferente do mesmo ativo?

Sistemas de informação que respondem a perguntas de decisão, em vez de acumular camadas.

O que inclui · 6 entregas

Inventário de ativos territoriais

Levantamento do portfólio completo, com vigência, obrigações e fonte documental de cada elemento.

SIG corporativo

Estrutura de dados territoriais, padrões e governança da informação espacial.

Cartografia técnica

Cartografia de projeto e instalações para processos regulatórios, com escala e precisão declaradas.

Acessibilidade e tempos de viagem

Isócronas reais da operação até centros urbanos e comunidades: o que está a uma distância de retorno diário, por qual caminho e com que tempo efetivo.

Monitoramento por satélite

Detecção de mudanças na superfície, ocupações e avanço de obras por sensoriamento remoto.

Painéis territoriais

O portfólio e suas restrições, visíveis para o comitê que decide.

Etapa 2 de 4

Compatibilizar

Interferências e compatibilidade territorial: se o projeto pode conviver com o que existe e com o que virá.
02

Interferências e Compatibilidade Territorial

Linha centralAnálise de Compatibilidade Territorial

Esta localização continuará viável daqui a dez anos?

O espaço estava disponível; o território, não. Avaliamos se uma decisão de localização continua válida daqui a cinco, dez ou vinte anos.

O que inclui · 8 entregas

Análise de Compatibilidade Territorial

Inventário, sobreposição, projeção temporal, detecção de interferências e recomendação. O método completo, documentado passo a passo.

Avaliação de alternativas de localização

Comparação de locais candidatos segundo restrições atuais e futuras, não apenas pela viabilidade técnica.

Prazo de validade da localização

Quantos anos uma decisão de localização se mantém válida antes de entrar em conflito. Um número, não uma impressão.

Diagnóstico de interferências do portfólio

Onde e quando os projetos de crescimento, a infraestrutura comprometida e as restrições vigentes se chocam.

Due diligence territorial

Passivos, contingências e restrições antes de uma aquisição ou decisão de investimento.

Pegada territorial do plano de mina

A sequência de lavra convertida em superfície ocupada ano a ano: cava, pilhas de estéril, estoques e infraestrutura, cruzados com títulos, servidões e licenças.

Proteção de recursos futuros

Verificação de que pilhas de estéril, depósitos e infraestrutura não fiquem sobre as envoltórias econômicas que a jazida pode alcançar. O que se constrói sobre minério se paga duas vezes.

Revisão territorial do plano de mina

Se o plano é executável no terreno e nos prazos que pressupõe: que superfície, que direitos e que licenças cada período exige, e quais ainda não existem.

Esta linha em detalhe (em espanhol): quem a contrata, o que entrega e em que se diferencia de um estudo de engenharia →

03

Riscos Territoriais e Continuidade Operacional

Gestão de risco de desastres
Continuidade operacional

Se amanhã o único acesso for interrompido, quantos dias a operação continua funcionando?

O plano de emergência descreve o risco de hoje. Nós mostramos onde a operação está exposta, quanto tempo a resposta leva para chegar e quando esse risco muda à medida que o plano de mina avança.

O que inclui · 7 entregas

Ameaças socionaturais

Fluxos de detritos, movimentos de massa, inundações e sismicidade sobre instalações, acampamentos e rotas críticas.

Exposição da infraestrutura crítica

Qual ativo está exposto a qual ameaça, qual trecho de duto, linha ou estrada não tem redundância, e que parte da operação depende dele.

Redundância de acessos

O que acontece com o pessoal, os insumos e a evacuação se uma rota for interrompida por vários dias, e qual alternativa existe de fato no terreno.

Tempos de resposta

Isócronas de cada frente de trabalho até centros de saúde, bases de apoio e pontos de encontro: quanto tempo leva de verdade o atendimento a uma pessoa ferida ou doente.

Cartografia para planos de emergência

Mapas operacionais, rotas de evacuação, zonas seguras e pontos de encontro, com a informação territorial que o plano exige e no formato usado por quem responde.

Suporte geoespacial à gestão de incidentes

Base territorial e painéis para o centro de controle: onde ocorre, o que há ao redor, quem está exposto e por onde se chega.

Janela de exposição

Como muda a exposição da operação à medida que avançam a cava, os depósitos e o cenário climático. O risco projetado no tempo, não a foto do ano do estudo.

Esta linha em detalhe (em espanhol): quem a contrata e em que se diferencia de um plano de emergência padrão →

Etapa 3 de 4

Habilitar

Ativos e regulação: o que é preciso para que o projeto seja possível na prática.
04

Propriedade Minerária e Servidões

Linha centralCódigo de Mineração do Chile
Decreto-Lei 2.186

Quais concessões vencem este ano, e quem está acompanhando?

A concessão existe em um mapa, mas o projeto acontece no terreno de alguém. É nessa lacuna que se perdem meses.

O que inclui · 5 entregas

Cadastro de propriedade minerária

Levantamento e verificação de concessões de exploração e de lavra, vigência e sobreposições.

Análise de títulos

Cadeia de títulos, medições, amparo e risco de caducidade.

Servidões minerárias

Imóveis afetados, proprietários e rota de constituição priorizada por criticidade.

Compatibilização superfície-subsolo

Conflitos entre propriedade superficial, concessão minerária e ocupações existentes.

Administração do portfólio

A carteira de concessões e direitos gerida com vencimentos, amparo e obrigações à vista.

PDF Ficha técnica (em espanhol) · 2 páginas
05

Gestão Fundiária e Regularização Territorial

Cadastro do SII
Registro de Imóveis
Bens Nacionais

O que a operação ocupa coincide com o que dizem o SII, o Registro de Imóveis e Bens Nacionais?

A base territorial de um projeto está distribuída em registros que não conversam entre si. Entregamos a diferença entre o que esses registros dizem e o que existe no terreno, e o que convém fazer com ela.

O que inclui · 8 entregas

Diagnóstico fundiário

Inconsistências cadastrais, inscrições fiscais sobrepostas, imóveis não regularizados e infraestrutura construída sobre várias inscrições, em um único inventário.

Conciliação de registros

Cruzamento entre a inscrição fiscal no SII, a matrícula no Registro de Imóveis e a ocupação real medida em campo. A entrega é um mapa de lacunas: onde não coincidem, quanta área é afetada e o que regularizar primeiro.

Posse de terras públicas

Concessões de uso, arrendamentos e destinações do Ministério de Bens Nacionais, com vencimentos e obrigações. No norte, boa parte do solo que a mineração ocupa é público.

Georreferenciamento de limites

Validação de vértices, limites e áreas, e a informação técnica que cada procedimento de regularização exige.

Regularização de inscrições fiscais

Fusão, divisão e atualização de inscrições, com a avaliação prévia de se convém agir. Coordenado com a linha 06.

Licenças municipais e setoriais

Antecedentes territoriais para a tramitação, e compatibilidade com planos diretores e normas de uso do solo.

Condições territoriais da força de trabalho

Quais serviços e instalações existem em cada frente de trabalho, e não apenas no padrão corporativo, que distância e tempo de deslocamento a localização impõe, e o que o contrato exige das contratadas em suas próprias instalações.

Corredores e acessos

Rotas logísticas, faixas de serviço e direitos de uso, com continuidade ao longo da vida do ativo.

06

Otimização Tributária Territorial

Linha centralLei 17.235
Serviço de Impostos Internos (SII)

Estamos pagando imposto territorial por área que não ocupamos?

O imposto territorial é calculado sobre o que está inscrito, não sobre o que a operação efetivamente ocupa. Essa diferença é paga todos os anos.

O que inclui · 6 entregas

Linha de base da carga territorial

Quanto o portfólio paga hoje, título por título, com o regime aplicável a cada um. Sem essa referência não há como medir se uma ação funcionou.

Área ocupada frente à área inscrita

Comparação entre a ocupação real e projetada, segundo a engenharia disponível, e a área registrada. A diferença é um excedente que está sendo pago sem uso.

Revisão de classificação e destinação

Se a classificação e a destinação registradas de cada imóvel e instalação correspondem ao uso efetivo, e o que cabe fazer quando não correspondem.

Avaliação de exposição

Para cada oportunidade, se apresentá-la pode desencadear uma revisão de antecedentes históricos contra a empresa. Quando o risco supera o benefício, a recomendação é não agir, e isso fica por escrito.

Compatibilidade com compromissos de fechamento

Liberar área ou renunciar a direitos pode colidir com medidas já comprometidas no plano de fechamento. Isso é verificado antes de recomendar, não depois.

Preparação de solicitações

Processo completo para apresentar ao SII ou a outro órgão: documentos, formulários, plantas e cartas, com o padrão exigido na interação com a administração pública.

07

Avaliação Ambiental e Regulatória

Lei 19.300
Decreto Supremo 40/2012
Convenção 169 da OIT

Esta mudança no projeto exige ingresso no sistema de avaliação ambiental (SEIA)?

Tramitação com os olhos no prazo, não apenas no processo.

O que inclui · 4 entregas

Insumos para DIA e EIA

Conteúdos territoriais e resposta a observações no processo do SEIA.

Licenciamento setorial

Licenças aplicáveis, sequência de tramitação e análise de risco de prazo.

Pertinência de ingresso

Avaliação de se uma mudança de projeto precisa ou não ingressar no sistema.

Relacionamento territorial

Processos de participação e relacionamento com comunidades indígenas conforme a Convenção 169.

Etapa 4 de 4

Fechar

Planejamento de longo prazo: como o ativo termina, decidido desde o início da operação.
08

Planejamento e Fechamento de Mina

Lei 20.551
Decreto Supremo 41/2012

O plano de fechamento corresponde à operação que temos hoje?

O fechamento não é o último capítulo da operação: é uma variável que se planeja desde o início da operação.

O que inclui · 6 entregas

Planejamento de fechamento

Integração do fechamento ao plano de mina: unidades de fechamento, sequência e marcos ao longo da vida útil.

Elaboração de planos de fechamento

Regimes geral e simplificado: caracterização, medidas por instalação e cronograma de execução.

Atualização quinquenal

Ajuste da vida útil remanescente e das medidas, com a rastreabilidade da mudança em relação à versão anterior.

Fechamento parcial e progressivo

Definição de unidades e execução durante a operação, para reduzir o passivo acumulado.

Auditoria de cumprimento

Avanço frente ao comprometido e detecção de lacunas antes da fiscalização.

Plano de mina e plano de fechamento conciliados

Vida útil, sequência de fechamento progressivo e garantias calculadas sobre o mesmo plano de mina que a operação utiliza, e revisadas quando esse plano muda.

PDF Ficha técnica (em espanhol) · 2 páginas
09

Água, Energia e Mudança Climática

DGA
SEIA
Lei 21.305
Lei 21.455

O que acontece com a água quando a operação para?

Três contas que a autoridade e os financiadores examinam com lupa e que sustentam boa parte do processo ambiental e do plano de fechamento. Executadas com especialistas da rede.

O que inclui · 5 entregas

Balanço hídrico da operação

Entradas, saídas, recirculação, evaporação e infiltração, com a incerteza de cada termo declarada.

Balanço hídrico para fechamento e pós-fechamento

Comportamento hídrico das instalações após a parada da operação: drenagens, lagoas remanescentes e estabilidade química.

Balanço energético

Consumos por processo e sistema, linha de base energética e variáveis de controle.

Inventário de emissões e rota de descarbonização

Escopos 1, 2 e 3 com limites explícitos, e medidas priorizadas por custo de abatimento.

Adaptação e conformidade climática

Medidas integradas ao plano de fechamento e à operação, e as obrigações da Lei-Quadro de Mudança Climática.

Como contratar

Três formas de trabalhar juntos

Capacidade para um trabalho definido, especialidade que a equipe interna não tem, ou apoio contínuo por bloco mensal de horas.